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A não perder no Porto...

Top 10 da invicta!

1. Caves do Vinho do Porto

Este é um dos locais históricos desta cidade que se desenvolveu graças ao famoso Vinho do Porto. Situadas no Cais de Gaia, este foi o local onde, durante séculos, se situava o porto fluvial de onde eram exportadas e importadas diversas mercadorias. Aqui chegava a produção de vinho destinada a ser envelhecida nas Caves das mais de 50 companhias vinhateiras existentes em Gaia, e saía o vinho já formado, engarrafado e pronto a ser exportado, partindo daqui para destinos longínquos.

A zona foi recentemente sujeita a uma grande remodelação, reaproveitando um espaço de excelência para momentos de lazer e turismo, que foi inclusivamente distinguido com o "Prémio Turismo - Valorização do Espaço Público".

Do Cais de Gaia partem hoje em dia os famosos Cruzeiros no Rio Douro, com destino à região do Alto Douro, onde toda a produção do vinho do Porto é adestrada, célebre pelas paisagens idílicas, consideradas mesmo das mais belas do País.

2. Museu de Serralves

O projecto arquitectónico deste Museu foi concebido pelo arquitecto Álvaro Siza Vieira numa perspectiva pluridisciplinar. Assim, para além dos 4.500 m2 de área de exposição, onde se privilegiaram escalas, proporções e luz, os restantes 8.200 contemplam um auditório, uma biblioteca, centro de documentação, loja, livraria e áreas de lazer, incluindo um restaurante com um terraço com vista sobre o Parque. Todo o espaço foi pensado para convidar à reflexão e ao sentimento de integração na natureza que está sempre presente para além das janelas das salas.

O Museu apresenta uma valiosa colecção de arte contemporânea, representativa da obra de artistas nacionais e estrangeiros, desde finais dos anos 60 até à actualidade.
Faz parte ainda da sua missão organizar exposições temporárias, acompanhadas de programas pedagógicos que visam desenvolver o interesse pela arte contemporânea, aprofundar o seu conhecimento e proporcionar o diálogo entre os artistas e o seu público.

3. Casa da Música

Um espaço de cultura privilegiado na cidade do Porto, da autoria do arquiteto Rem Koolhaas.

Na Rotunda da Boavista, a meio caminho entre o centro histórico e a Foz, encontramos um edifício com uma volumetria e originalidade que dificilmente passam despercebidas: a Casa da Música. A autoria é do prestigiado arquiteto e urbanista holandês Rem Koolhaas e foi concebido para servir um projeto cultural inovador da Porto 2001-Capital Europeia da Cultura.

Um edifício de arquitetura arrojada pensado para ser o palco de todas as músicas, da clássica à eletrónica, do jazz ao fado, da grande produção internacional ao pequeno projeto experimental, apostando na grande qualidade das infraestruturas e numa programação dinâmica, inovadora e de prestígio.

4. Igreja de São Francisco

O plano da Igreja obedece às regras do estilo gótico mendicante, ou seja, igreja de três naves, transepto saliente e cabeceira tripartida, com a capela-mor num plano mais profundo. No entanto, alguns elementos inovadores foram introduzidos como a decoração de bolas nas frestas da capela-mor.

No séc. XVI, João de Castilho desenhou a Capela de São João Baptista, mas foi durante o século XVIII que se realizou a campanha de obras mais significativa e que daria a este templo o esplendor barroco preservado até aos dias de hoje, parecendo uma igreja coberta de ouro, devido à abundância de talha dourada.

Entre os trabalhos de talha que se encontram no interior, de destacar o notável retábulo da capela-mor dedicado à Árvore de Jessé, reformulado entre 1718 e 1721 por Filipe da Silva e António Gomes.

5. Cais da Ribeira

Foi nesta zona da Ribeira e na sua ligação comercial com o Rio Douro que a cidade começou o seu franco desenvolvimento e se voltou para o rio. 
Daqui se tinha acesso à famigerada Ponte das Barcas, onde em 1809 mais de 4 mil pessoas morreram, aquando uma investida das tropas francesas. Hoje, um baixo-relevo em bronze atesta este momento. 
No Cais é possível observar-se a existência de uma porta denominada de Postigo do Carvão. Das 18 portas ou postigos da Muralha Fernandina construída no século XIV, este é o único que se manteve até aos nossos dias. 

As ruas estreitas e sinuosas, com vista para Gaia, as arcadas sombrias, casas típicas com fachadas coloridas de outros tempos, a sua arquitectura urbano-ribeirinha, rodeada de cafés e lojas fazem desta uma das principais zonas turísticas da cidade. 

Animação diurna e nocturna, e um cosmopolita movimento conferem ao Cais da Ribeira e a toda a zona envolvente um ambiente único de história, tradição, animação e beleza.

6. A catedral da Sé

A construção da Sé no séc. XII, assim como da primeira cintura de muralhas do Porto, deve-se ao primeiro bispo do burgo, D. Hugo.

No exterior, a Sé patenteia ainda alguns elementos do seu estilo original de igreja-fortaleza, como as torres sineiras. Poderosos contrafortes na fachada ladeiam a rosácea original e um portal já do séc. XVIII. Na fachada lateral norte destaca-se uma galilé barroca do séc. XVIII atribuída a Nicolau Nasoni.

No interior destacam-se o altar-mor, da época barroca, encimado por um magnífico retábulo e o altar da capela do Santíssimo Sacramento, preciosa obra de ourivesaria dos sécs. XVII e XVIII, executada por ourives portuenses. Do lado sul do templo abre-se o elegante claustro gótico, com belos azulejos portugueses do séc. XVIII.

Faz parte deste conjunto o grandioso edifício do Paço Episcopal, cuja edificação remonta também ao séc. XII, reflectindo na sua dimensão o primeiro domínio eclesiástico sobre o burgo.

7. Torre dos Clérigos

A Igreja dos Clérigos é uma genuína obra barroca de meados do séc. XVIII, concebida por Nicolau Nasoni, arquitecto de origem italiana que deixou a sua marca em muitos monumentos do Porto e da região norte de Portugal. Nasoni encontra-se sepultado, a seu pedido, numa pequena capela.

Toda a frontaria do templo mostra uma decoração barroca muito interessante, que vale a pena apreciar no detalhe. O interior em granito e mármore e revestido de talha barroca revela igualmente a mestria do seu arquitecto. Na capela-mor, destaca-se um retábulo policromado de Manuel Porto.

Mas o elemento mais marcante deste conjunto é a Torre construída em pedra de granito que se ergue a partir do topo ocidental do corpo da igreja. Inconfundível ex-libris da cidade e extremamente esbelta nos seus 75m de altura, a Torre desenvolve-se em lances ritmados que terminam num coroamento de decoração barroca.

Em 1917, a Torre dos Clérigos foi escalada com sucesso por dois acrobatas espanhóis, Puertullanos, pai e filho, perante enorme multidão que se apinhava à sua volta. Uma proeza que, olhando para a Torre, parece inacreditável.

Uma escada interior (240 degraus) permite o acesso ao topo, onde se pode admirar uma das mais belas panorâmicas do Porto.

8. Palácio da Bolsa

O Palácio da Bolsa, sede e propriedade da Associação Comercial do Porto - Câmara de Comércio e Indústria do Porto, é um dos principais ex-libris e pólos de atracção turística da Cidade e da Região. Palco da maioria das recepções oficiais do Estado no Norte de Portugal, pelo Palácio da Bolsa têm passado governantes, altos dignatários e os principais estadistas mundiais do Séc. XX. 

Ao longo de três gerações, grandes nomes da arquitectura, da pintura, da escultura e das artes decorativas contribuíram para a criação de um espólio e um património único no Palácio da Bolsa, verdadeira jóia do estilo neoclássico do séc. XIX, do Arq. Joaquim da Costa Lima ao Arq. Marques da Silva, do Pintor António Ramalho, a Veloso Salgado, António Carneiro ou Medina, de Soares dos Reis a Teixeira Lopes. 

Monumento Nacional, localizado na área classificada pela Unesco como Património da Humanidade, o Palácio da Bolsa é um espaço vivo e activo, aberto à comunidade, onde se dá continuidade aos objectivos de ser um ponto de encontro, uma sala de visitas onde se trocam impressões, onde se promovem negócios, onde se celebram eventos, onde se forma opinião, onde se influenciam decisões ou onde simplesmente se convive. 

Como Centro Cultural e de Conferências, este monumento foi fundador da "Historic Conference Centres of Europe", Rede Europeia de Centros de Conferências instalados em monumentos ou locais históricos. 

A grandiosidade do Pátio das Nações, o interesse histórico do Tribunal do Comércio e a sumptuosa Sala do Presidente são dignos de referência. Porém, o Salão Árabe, coberto de desenhos a azul e ouro, constitui o seu expoente máximo.

9. Ponte Dom Luís I

Ponte projectada sobre o rio Douro por um discípulo e colaborador de Eiffel, o engenheiro Teófilo Seyrig, em finais do século XIX. É um exemplo representativo da arquitectura e técnicas do ferro. A ponte D. Luís, que liga o Porto a Vila Nova de Gaia, é composta por dois tabuleiros metálicos sustentados por um grande arco de ferro e cinco pilares.

10. Museu Soares dos Reis

O Museu Nacional de Soares dos Reis nasceu em 1833 quando D. Pedro IV decidiu estabelecer na cidade do Porto um museu de pinturas e estampas. Instalado num Palácio neoclássico do século XVIII e classificado monumento nacional, este Museu tem uma notável colecção de pintura portuguesa dos séculos XIX e XX, em que merece maior atenção a chamada «escola do Porto» do período naturalista, representada particularmente pelos artistas Silva Porto, Marques de Oliveira, Artur Loureiro e Henrique Pousão. Aí se encontram também as mais importantes obras do notável escultor Soares dos Reis (1847-1889).

No andar nobre situam-se, entre outras, as antigas salas de jantar e de música, onde ainda existem restos da decoração do antigo palácio. Nesta área expõe-se pintura dos séculos XVII e XVIII e as colecções de artes decorativas que incluem um interessante núcleo de cerâmica, com destaque especial para peças de faiança do norte de Portugal, porcelanas orientais, peças de ourivesaria, joalharia, vidro, têxteis e mobiliário.

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